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sábado, 26 de novembro de 2011

HOMENAGENS E EMOÇÃO FORAM A TÔNICA DE MAIS UMA CONFRATERNIZAÇÃO DOS ARCOVERDENSES EM RECIFE

Sorrisos, apertos de mão, abraços, música de ótimo bom gosto e até lágrimas, de emoção e alegria, claro, marcaram a festa de confraternização dos arcoverdenses em Recife. O evento, que está na sua VIII edição, aconteceu neste sábado, 26/11, no Espaço Aeroclube - Pina e foi prestigiado por mais de 200 pessoas, dentre conterrâneos e amigos.


A decoração, de muito bom gosto, adotou o verde, o amarelo e o vermelho, cores da Bandeira de Arcoverde, e utilizou painéis de fotografias antigas da cidade e de seus personagens. Todos que entravam no recinto eram de imediato atraídos pela beleza das imagens que remetiam ao passado da Terra do Cardeal. Ao final, os presentes disputaram as fotos, doadas pelo fotógrafo Carlos Torres.

A música foi comandada por Juninho Saigon que, acompanhado por contrabaixo, bateria e sanfona, apresentou repertório agradabilíssimo. Destaque para o músico Orlando, com seu luxuoso acordeão.


A comissão organizadora, formada por Moraes Filho, Toni Porto, Verônica Brayner, Wilton Brito e Roberta Moraes, passou a apresentar os doze homenageados, que, em clima de emoção, receberam placa de homenagem da Confraria dos Arcoverdenses.


Moraes, que atuou como cerimonialista, leu breve histórico de cada um dos personagens homenageados e encerrou sua fala, com a voz embargada, pronunciando as seguintes palavras:

"Amigas e amigos, a cidade construída pelos sonhos e realidades de homens e mulheres, aqui representados por Laurita, Hortência, Odete, Izana, José Pereira, João Vicente, Giselda, Maria das Dores, Maria Anunciada, Ircília, Francisco Saboya e Maria Torres, é um lugar que muitos de nós deixamos de morar, mas que nunca deixará de morar em nós. Que o grande laço verde, invisível, que nos une, seja símbolo da nossa amizade e da nossa história.
Um brinde." 


Com um repertório mais saudosista, o trio formado por Djair, Ronaldo e João Cabral retomou a apresentação de palco e acertou em cheio na sequência musical, arrancando calorosos aplausos do animado público.


Outra atração muito festejada foi o filho adotivo de Arcoverde, Tonino, que apresentou repertório mesclado com músicas de sua autoria e de compositores consagrados como Milton Nacimento e Chico Cézar. O diálogo do violão de Tonino com a sanfona de Orlando foi um destaque a parte, enquanto Ulisses Júnior aparece,  fazendo o vocal com Tonino.


Uma participação inesperada foi do violonista Dinho, natural da cidade da Pedra e estudante do Conservatório Pernambucano de Música. Junto com Djair, Dinho demonstrou todo o seu vituosismo com apresentação de belos chorinhos.


Nossos louvores à Comissão Organizadora e a todos que participaram desse belo encontro, cujo amálgama é a origem e o amor pela "Porteira do Sertão".

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